
Sabe aqueles filmes que você perde dinheiro e tempo vendo? Pois é, essa foi a sensação depois de ver O Albergue - filme que era para ser tipicamente de terror e sadismo. Bom, metade do filme é só três caras trasando. É patético. O sadismo é ridículo, se você gosta desse tipo (nesse sentido Jogos Mortais II é bem melhor). Poxa, na hora que vai cortar as coisas eles trocam de câmera! Quando chega em uma parte mais explícita, não tem aquela agonia como se pudesse acontecer com você.
A História (com spoiler)
Dois americanos e um cara da Islândia viajam pela Europa só para transar. Um dia, empolgados com a farra em Amsterdã, chegam tarde no albergue que estavam, que está fechado porque tem hora para isso. Iniciaram uma pequena confusão e são socorridos por um cara que conta de um albergue numa cidade da Eslováquia que tem as melhores mulheres do mundo.
Adivinhem? Eles vão para Eslováquia. No trem, encontram um cara estranho que gosta de comer com a mão para ter intimidade com aquilo que morreu por ele. E, aparentemente, ele dá em cima de um dos americanos (Josh, se não me engano). Eles chegam no albergue indicado e confirmam que tem mulheres gostosas, etc.
Blá, blá, blá, Oli, o da Islândia (se vocês não notaram, não sei como é chamado quem nasce na Islândia...) some. Josh fica todo preocupado e uma japonesa, Kana (ou Hana? Não me lembro), mostra uma foto no celular dela que mostra Oli e uma amiga japonesa dela juntos.
Mais blá, blá, blá, e o outro americano passa mal e fica preso no depósito de uma boate. Josh, passando mal também, volta para o albergue. Depois mostra ele preso numa cadeira e inicia a sessão tortura sem graça.
Nisso o outro americano volta para o albergue e descobre que Josh sumiu, dá por falta da japonesa também. É assaltado por crianças (que já apareceram antes), perde o celular quando descobriu onde que Oli teria tirado a foto que Kana tinha mostrado a ele.
Blá, blá, e ele chega, com ajuda de uma das garotas que dividiam o quarto com eles, a um lugar onde ela dizia que Josh e Oli estava...
Aí vem o desfecho com mais algumas cenas de tortura sem graça...
Se você ficou curioso para ver, não veja! Não perca tempo...
E nunca confie na mulher da loucadora...
A História (com spoiler)
Dois americanos e um cara da Islândia viajam pela Europa só para transar. Um dia, empolgados com a farra em Amsterdã, chegam tarde no albergue que estavam, que está fechado porque tem hora para isso. Iniciaram uma pequena confusão e são socorridos por um cara que conta de um albergue numa cidade da Eslováquia que tem as melhores mulheres do mundo.
Adivinhem? Eles vão para Eslováquia. No trem, encontram um cara estranho que gosta de comer com a mão para ter intimidade com aquilo que morreu por ele. E, aparentemente, ele dá em cima de um dos americanos (Josh, se não me engano). Eles chegam no albergue indicado e confirmam que tem mulheres gostosas, etc.
Blá, blá, blá, Oli, o da Islândia (se vocês não notaram, não sei como é chamado quem nasce na Islândia...) some. Josh fica todo preocupado e uma japonesa, Kana (ou Hana? Não me lembro), mostra uma foto no celular dela que mostra Oli e uma amiga japonesa dela juntos.
Mais blá, blá, blá, e o outro americano passa mal e fica preso no depósito de uma boate. Josh, passando mal também, volta para o albergue. Depois mostra ele preso numa cadeira e inicia a sessão tortura sem graça.
Nisso o outro americano volta para o albergue e descobre que Josh sumiu, dá por falta da japonesa também. É assaltado por crianças (que já apareceram antes), perde o celular quando descobriu onde que Oli teria tirado a foto que Kana tinha mostrado a ele.
Blá, blá, e ele chega, com ajuda de uma das garotas que dividiam o quarto com eles, a um lugar onde ela dizia que Josh e Oli estava...
Aí vem o desfecho com mais algumas cenas de tortura sem graça...
Se você ficou curioso para ver, não veja! Não perca tempo...
E nunca confie na mulher da loucadora...
























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