sobre livros, filmes, seriados, músicas e afins

22 dezembro 2006

Filme do tipo "não assista"

Sabe aqueles filmes que você perde dinheiro e tempo vendo? Pois é, essa foi a sensação depois de ver O Albergue - filme que era para ser tipicamente de terror e sadismo. Bom, metade do filme é só três caras trasando. É patético. O sadismo é ridículo, se você gosta desse tipo (nesse sentido Jogos Mortais II é bem melhor). Poxa, na hora que vai cortar as coisas eles trocam de câmera! Quando chega em uma parte mais explícita, não tem aquela agonia como se pudesse acontecer com você.

A História (com spoiler)

Dois americanos e um cara da Islândia viajam pela Europa só para transar. Um dia, empolgados com a farra em Amsterdã, chegam tarde no albergue que estavam, que está fechado porque tem hora para isso. Iniciaram uma pequena confusão e são socorridos por um cara que conta de um albergue numa cidade da Eslováquia que tem as melhores mulheres do mundo.

Adivinhem? Eles vão para Eslováquia. No trem, encontram um cara estranho que gosta de comer com a mão para ter intimidade com aquilo que morreu por ele. E, aparentemente, ele dá em cima de um dos americanos (Josh, se não me engano). Eles chegam no albergue indicado e confirmam que tem mulheres gostosas, etc.

Blá, blá, blá, Oli, o da Islândia (se vocês não notaram, não sei como é chamado quem nasce na Islândia...) some. Josh fica todo preocupado e uma japonesa, Kana (ou Hana? Não me lembro), mostra uma foto no celular dela que mostra Oli e uma amiga japonesa dela juntos.

Mais blá, blá, blá, e o outro americano passa mal e fica preso no depósito de uma boate. Josh, passando mal também, volta para o albergue. Depois mostra ele preso numa cadeira e inicia a sessão tortura sem graça.

Nisso o outro americano volta para o albergue e descobre que Josh sumiu, dá por falta da japonesa também. É assaltado por crianças (que já apareceram antes), perde o celular quando descobriu onde que Oli teria tirado a foto que Kana tinha mostrado a ele.

Blá, blá, e ele chega, com ajuda de uma das garotas que dividiam o quarto com eles, a um lugar onde ela dizia que Josh e Oli estava...

Aí vem o desfecho com mais algumas cenas de tortura sem graça...


Se você ficou curioso para ver, não veja! Não perca tempo...

E nunca confie na mulher da loucadora...

18 dezembro 2006

Filme alternativos (ou pelo menos quase desconhecidos)

Terminada minha leitura de 2001 - Uma Odisséia no Espaço - e entendendo finalmente o final do filme -, posso agora falar de outros filmes que eu vi entre esse meio tempo.

Get Real (1998... ou 1999, eles não se decidem =p)

Get Real (o título brasileiro, se não me engano, é Saindo do Armário -sem certeza nenhuma) é um filme britânico (ah, esse sotaque!) que conta um estória linda sobre um garoto gay no colegial (não assumido) e suas pequenas aventuras no parque, perto de um banheiro. Até que um dia, em uma troca de bilhetes no banheiro (:p), descobre que O cara de seu colégio pode ser gay.

A estória se desenvolve com a evolução do relacionamento dos dois. Porém, claro, O cara é um atleta da turma dos machões logo os dois não podiam ser vistos juntos. Entre esse conflito e os problemas com os pais, o desfecho do filme é lindo!

SPOILER

não, o filme não termina em flores...

FIM DO SPOILER

16 dezembro 2006

Godot

VLADIMIR

There's man all over for you, blaming on his boots the faults of his feet.

Fui assistir uma peça no teatro Carlos Gomes, no centro de Vitória. Godot. Simplesmente maravilhosa e agora estou lendo a peça em inglês. Não sei mais informações sobre os maravilhosos atores, se vai ter mais apresentações, infelizmente. De qualquer forma, o telefone do teatro para mais informações: (27) 3132-8396 ou (27) 3132-8399.

10 dezembro 2006

2001 - Uma Odisséia No Espaço

Aprendia, também, a domar as forças da natureza. Dominando o fogo, lançara os fundamentos da tecnologia e deixara muito longe sua origem animal. A pedra cedeu lugar ao bronze e, este, ao ferro. À caça seguiu-se a agricultura. A tribo formou a aldeia, que se transformou em cidade. A palavra tornou-se eterna, graças a determinados sinais estampados em pedra, argila e papiro. Depois inventou a filosofia e a religião. E não estava de todo errado ao povoar o céu com deuses.

(...)

Apesar de tê-las freqüentemente usado contra si mesmo, o Homem jamais teria conquistado seu mundo sem utilizar armas. Empenhara-se a tal respeito de corpo e alma e, durante séculos, lhe haviam prestado bons serviços. Mas, agora, enquanto houvesse armas, os dias do Homem estavam contados.


Após ver o filme e constatar que era mesmo um clássico, resolvi ler o livro para ver se entendia o final. Achei esse trecho um resumo muito bem feito da origem do homem. O livro é curto - apenas duzentas e duas páginas - e eu recomendo a qualquer pessoa. O filme eu recomendo para as pessoas pacientes e pensantes... =D